Resolve a condição de parada do modelo — a taxa instantânea igualada à taxa média do ciclo — por bisseção sobre a taxa média y, no intervalo em que ela obrigatoriamente vive, entre o piso c e o rendimento inicial c+b. Devolve o limiar do primeiro ciclo, o limiar dos ciclos de regime e a montagem da sessão com a regra de fechamento.
Cada linha testa um valor de y: aplica a fórmula do limiar, calcula o que o ciclo de regime realmente rende, e compara. Se rende mais do que o testado, o y verdadeiro é maior; se rende menos, é menor. Cada comparação corta o intervalo pela metade.
| teste | y testado | t* (min) | y que sai | saiu maior? | intervalo restante |
|---|
A verificação percorre o modelo bloco a bloco sem usar a regra de parada, testando divisões da sessão e ficando com a de maior taxa média. Serve de referência independente para a prescrição da fórmula.
Condição de parada: r(t*) = y, com
r(t) = c + b·(1−R)·e^(−k·t). A fadiga de entrada dos ciclos de regime vem da
ponte fadiga–rendimento: como todo ciclo para na mesma taxa y, todo ciclo termina na mesma
fadiga 1 − (y−c)/b, e a pausa deixa
R = [1 − (y−c)/b]·e^(−μ·x). O primeiro ciclo usa R = 0. O último absorve o tempo
restante: só se pausa se, descontada a pausa, ainda couber um ciclo inteiro de regime.
O modelo mede uma única coisa: acertos por minuto. Não sabe nada sobre conforto, retenção de longo prazo ou disposição.